quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Futebol no Gelo
Mas ontem me surpreendi com as imagens do segundo tempo da partida entre o Lech Poznan e Juventus, na Polônia, ontem. Mais surpreendente que a neve, só mesmo o empate em 1 a 1 que eliminou a Vecchia Signora da Liga Europa na primeira fase.
O pior é que o meu Atlético de Madrid conseguiu perder para o Aris, da Grécia, dentro do Calderón, e está seguindo pelo mesmo caminho. Vamos lá Campeón!!!
Só pra registrar, teve muita neve também nos jogos entre Odense e Getafe, na Dinamarca, Young Boys e Stuttgart, na Suíça, e Gente e Levski Sofia, na Bélgica.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Como a fênix
Andava meio desanimado com o futebol nesse fim de ano. A bola laranja e a bola oval vinham chamando muito mais minha atenção que a tradicional capotão de gomos pretos e brancos (pena que não são mais assim). Mas hoje, só consigo ler notícias sobre futebol e pensar em jogar futebol. O motivo? Um jogo!Confesso que estava desacostumado, pois há alguns anos não via meu SPFC chegar ao fim do ano sem brigar por nada. Nem por uma vaga na Libertadores sequer. Para piorar, ainda se envolveu na chata polêmica das entregadas que enfeia o fim do Brasileirão.
Mas ontem, tudo mudou. O dia começou com a lembrança de uns colegas de que era segunda-feira de Barça x Real. Até estava lembrando disso, mas, pra mim, o melhor que o clássico poderia me oferecer seria mesmo o documentário "Mais que uma partida" transmitido pela ESPN semana passada.
futebol. Foi o tempo que o encantado Barça precisou para liquidar o poderoso Real. Depois disso, foi só curtir a aula de futebol do time culé.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Futebol arte (de se jogar)
Contaminados pela fraquíssima arbitragem nacional, nossos "craques" estão aproveitando a habilidade, que outrora usavam para driblar adversários, apenas para tentar iludir o homem do apito.
Além de alguns cortes sem muita objetividade, o badalado Neymar merece destaque na partida pela quantidade de simulações. Teve uma em cima do Heinze que foi ridícula e o juizão ainda caiu.
Já o ex-menino-da-vila, André, mostrou que, mesmo perdido na Ucrânia, ainda é um grande artista. Um mergulho cinematográfico na entrada da área provocou "lance de perigo" para Daniel Alves.
O melhor é ouvir o Galvão colocando pra fora todo seu "pachequismo" depois de uma simulação de Neymar dentro da área: "ele forçou a jogada, mas em uma dessas o juiz dá o pênalti, não é Falcão?" É brincadeira!
Bem que podíamos nos espelhar um pouco em Messi, que, mesmo depois de levar um toque do Lucas, ficou de pé e marcou o gol da vitória argentina. Se fosse Neymar no lance, acho que teríamos uma excelente oportunidade em cobrança de falta.
Passa por cima...
Pois é... foi o que esse jogador estadunidense de um time alemão fez. Literalmente.
Essa cravada me lembrou uma outra marcante.
A do "menino" Vince Carter contra a França em Sydney em 2000. Muito bruto!
Repare que o KG#5 jogava com #10, mas já era o mesmo!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Finalmente saiu
Mais de 12 horas depois da fatídica cerimônia de sorteio dos grupos da Copa América, finalmente consegui a tabela, e não foi no site da Conmebol.É impressionante a incompetência dos cartolas sulamericanos. Até a data da abertura eles mudaram em cima da hora. Puts!
Não quero nem imaginar a luta que vai ser para conseguir comprar ingressos. Pelo site da Conmebol acho que vai ser impossível, a página é muito ruim.
Ainda assim, a paixão pelo futebol é maior e não vejo a hora de chegar julho de 2011.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
"Craque" para alemão ver
A dupla vascaína Carlos Alberto e Zé Roberto e o zagueiro do Mano, Réver, são alguns dos destaques da lista, que também conta com nomes que eu nem sabia que tinham passado pelo futebol alemão como o santista Marquinhos, o Píncipe da Serrinha, Alex Alves, e o campeão mundial com a Seleção Brasileira e o São Paulo, Luizão.
Outro que ainda tenta dar certo em terras germânicas, mas não foi esquecido pelo Bild, é o zagueiro Breno. Não entendo o que deu errado com ele, pois bola já provou que tem.
Brutos...
O acidente aconteceu em uma disputa de Chandler com o ex-companheiro David Lee na partida entre Knicks e Golden State Warriors.
Mais impressionado fiquei quando, pesquisando sobre o assunto, descobri que a cena é bem mais comum do que imaginava.
No youtube, encontrei esse lance ainda mais bizarro envolvendo Nowitzki e Landry em uma partida entre Mavericks e Rockets no ano passado.
Na jogada, o pivô do Houston perdeu cinco dentes, dois deles ficaram cravados de lembrança no cotovelo do alemão.
O melhor é a "expressão de dor" dos caras...
Quanta brutalidade!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Maratona de NYC
(via @lauterbr)
terça-feira, 9 de novembro de 2010
E(:60)xcelência em Reportagem
Engraçadinho...
Veja a jogada abaixo em uma partida de High School nos EUA e entenda de ondem vem a expressão.
(via ESPN.com.br)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Criança é atleta?
Me assustei essa manhã quando, lendo uma matéria da ótima Revista ESPN, resolvi acessar o vídeo com a rotina de treinamento de uma garotinha casaque de apenas 12 anos que já é tratada como grande promessa do tênis mundial.
A própria matéria rotula a pequena Mariya Shishkina como a nova Sharapova. O que, imagino, possa até ser uma jogada de marketing da Under Armour, que, segundo a revista, mantém um contrato de US$350 mil por 5 anos com a menina e aposta nela para conquistar espaço entre os fãs da bolinha verde.
Ao ver o vídeo, fiquei abismado com a habilidade de Shishkina e, principalmente, com o físico da garotinha, que parece uma tenista profissional. Mais impressionado ainda fiquei com o fato de ela estudar com uma tutora em casa para não atrapalhar a rotina de treinos. Fico pensando: onde essa menina faz amigos? Será que tem tempo pra brincar?
"Um dia, quero que as pessoas digam que mudei a forma de jogar tênis, ou que eu era uma lenda, ou a número 1 por muito tempo, ou quebrei recordes. Significa muito quando as pessoas dizem que posso virar uma estrela", disse Shishkina à revista.
Pra mim, é normal um criança sonhar alto aos 12 anos. O problema é quando esses objetivos são colocados como obrigação. Mesmo que seja uma ótima tenista profissional, Shishkina corre sério risco se tornar uma pessoa frustrada se não alcançar o topo.
Acho deplorável esses pais, técnicos e empresários que transformam crianças em atletas profissionais. Acredito que antes dos 15, 16 anos, o esporte deve ser praticado apenas por prazer. O profissionalismo tem que ser uma consequência do talento e desse gosto pelo esporte.
Claro que há casos excepcionais como o da própria Sharapova, que foi tratada como profissional desde os 6 anos e se tornou estrela. Não sem pagar o preço com lesões e uma carreira cheia de altos e baixos. Mas quantas projetos de Sharapovas não foram abandonadas pelos patrocinadores no caminho depois de alguns resultados ruins ou alguma lesão séria? Isso, pra não falar no caso do futebol, que é uma máquina que tritura o Estatuto da Criança e do Adolescente todos os dias.
Pra mim, tem muito técnico e empresário que confunde a lapidação de uma jóia com a fabricação de uma pedra sintética. E no fim, quando é descoberta a "farsa", quem sofre é apenas ex-futuro-atleta, que sem estrutura emocional precisa voltar a viver como uma pessoa normal. Tomara que não seja o caso da pequena Shishkina.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Suspeito
Pode ser apenas implicância minha, mas, definitivamente, não acredito no caráter de Mano Menezes.quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O futebol faz milagres!
Miracolo! Miracolo!... Heuhauhhaeueuah...
Parece meio óbvio que, apesar de cadeirante, o cara consegue se sustentar em pé (nada tão impossível), mas a reação do torcedor é muito engraçada!!!
(via @lbertozzi e Trivela)
Um título de verdade
"...isso, um Mundialito."
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Heroes
Em parceria com a Marvel (também da Disney), a empresa lançou essa semana um item que vai ser obrigatório na coleção de qualquer fã de basquete ou de quadrinhos.sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O apolíneo Pelé
Em 2008, me usei a discussão em um trabalho bem simples da faculdade (cheio de conceitos rasos, pra não dizer preguiçosos) para a disciplina Estética da Comunicação. Me lembrei desse texto recentemente por conta da enxurrada de homenagem aos 70 anos do Rei do Futebol. A quem interessar:

Quem quiser negar, que negue, mas as evidências são redundantemente óbvias de que o Esporte é um dos mais importantes fenômenos socioculturais dos dias de hoje, quiçá, da história da humanidade. Desenvolvido como tal desde os tempos helênicos, o Esporte é, entre outras coisas, um campo fértil para o desenvolvimento de conceitos bastante trabalhados pela filosofia, como a emoção, a dor, o duelo, e, porque não, a estética.
No século XX, uma modalidade em especial se destacou por sua capacidade de adaptação à sociedade de massa. Nascido em grupos de jovens universitários da burguesia inglesa na segunda metade do século XIX, o Futebol rapidamente se transformou no esporte mais conhecido, praticado e venerado do mundo. Um processo que envolve incontáveis variáveis que não cabe no momento discutir.O fato é que o Futebol é um espaço que possibilita uma infinidade de experiências estéticas, assim como a arte, a música ou o teatro – formas mais comumente aceitas como passiveis de experiências nesse campo filosófico da transcendência, do belo, do sublime.
A Dualidade de Nietzsche
Um dos conceitos mais conhecidos e trabalhados por Nietzsche foi a dualidade entre o espírito Apolíneo e o espírito Dionisíaco. Em sua obra “O Nascimento da Tragédia”, publicada em 1872, o filósofo estabeleceu a dualidade entre esses dois princípios.
Baseado na mitologia grega, Nietzsche estabeleceu o espírito apolíneo como representante da ordem, da objetividade. Apolo é o deus da claridade do dia, que revelava-se no Sol. Zeus, seu pai, era o céu, de onde nos vem a luz. Sua mãe, Latona, personificava a noite, de onde nasce a aurora. Apolo, soberano da luz, era o deus cujo raio fazia aparecer e desaparecer as flores, queimava ou aquecia a Terra, era considerado como o pai do entusiasmo, da música e da poesia. A serenidade apolínea é o emblema da perfeição espiritual.Já o espírito dionisíaco representa o elemento inebriante que proporciona o prazer. Dionísio era o filho de Zeus com Sêmele, personificação da Terra em toda sua magnificência. Dionísio simboliza as forças obscuras que emergem do inconsciente, pois que se trata de uma divindade que preside a liberação provocada pela embriaguez. O espírito dionisíaco retrata as forças de dissolução da personalidade.
Nietzsche estabelece então a união desses dois elementos. Apolo não é o contrário de Dionísio, mas sim uma unidade, onde um é uma parte distinta do outro. Desse modo, o que Nietzsche institui é a formação do apolíneo e do dionisíaco como princípios de natureza estética e inconscientes. A incessante luta entre eles cria sempre coisas novas. E por meio dessas coisas novas, por meio desse dualismo, se torna possível transcender e ultrapassar a realidade cotidiana.
A Dualidade no Futebol
O conceito de dualidade desenvolvido por Nietzsche pode ser aplicado à grande polêmica do futebol: quem foi melhor, Pelé ou Maradona?
É consensual nos quatro cantos da Terra que os dois mais geniais jogadores de futebol que já existiram foram Pelé e Maradona. No entanto, a unanimidade termina quando a questão é decidir qual dos dois foi melhor. Uma discussão alimentada principalmente pelos meios de comunicação – maiores responsáveis pela criação desses dois ícones.Realmente, Pelé e Maradona foram dois jogadores brilhantes que proporcionaram à humanidade experiências estéticas inesquecíveis. O que dizer do desfile dos dois pelos campos do México nas copas de 1970 e 1986, que emocionam amantes do futebol até os dias de hoje. Imagens belas, históricas, imortais.
Nascido no ano de 1940, na cidade de Três Corações, no interior de Minas Gerais, Edison Arantes do Nascimento, o Pelé, sempre foi um legítimo representante do espírito apolíneo. Endeusado em todo o Planeta desde os 17 anos, quando conquistou sua primeira Copa do Mundo, Pelé é um exemplo de comportamento.Educado, inteligente, simples. Apesar dos seus deslizes (como, por exemplo, os filhos extraconjugais que teve que reconhecer em cartório), Pelé sempre contou com o apoio dos meios de comunicação para a manutenção da sua imagem positiva. Depois de encerrar a carreira de jogador passou a atuar como um verdadeiro “embaixador” do futebol, recebendo homenagens por todo o mundo. Namorou celebridades, foi ministro de Estado. Passeou por áreas como a música, o cinema, as artes. Foi aclamado como o atleta do século pelo Comitê Olímpico Internacional e o maior jogador de futebol de todos os tempos pela Federação Internacional de Futebol.
Já Maradona, sempre foi um legítimo representante do espírito dionisíaco. Nascido em 1960, no subúrbio de Buenos Aires, Diego Armando Maradona sempre causou polêmica por suas opiniões, seu gênio forte e seu envolvimento em brigas e drogas. Aos 17 anos já era considerado uma grande promessa do futebol, mas conta que sofria perseguição por suas opiniões e acabou cortado da seleção campeã do mundo 1978, na Copa realizada na própria Argentina durante a Ditadura Militar. Em 1986, encantou o mundo com suas jogadas geniais e, claro, ficou famoso pelo inesquecível golaço de mão que marcou em cima da Inglaterra na copa daquele ano, que acabou com a Argentina vencendo novamente. Em 1990 foi banido do futebol italiano pelo uso de drogas. Quatro anos mais tarde foi cortado da copa de 1994, também pelo uso de drogas. Depois de abandonar os campos em 1997 continuou sendo notícias por envolvimentos em brigas e pelo vício em cocaína.
Pelé e Maradona. Elementos tão distintos e que ao mesmo tempo se completam. Símbolos claros do eterno conflito criador entre o espírito apolíneo e o espírito dionisíaco de Nietzsche.

28 dias...
Vinte e oito dias. Quatro semanas. Um mês de fevereiro. É bastante tempo, mas que passa como algumas horas.Há 28 dias, Roriz era candidato ao GDF, Dilma era a virtual presidente do país (até que não mudou muito) e os mineiros do Chile sonhavam com o dia em que seriam resgatados.
Há 28 dias, Andrade era apresentado no Brasiliense como salvação, o Corinthians era o virtual campeão brasileiro (hehe...) e o vôlei do Brasil ainda sonhava com o tri-mundial.
Há 28 dias, nomes como Banana, Péricles ou Santinho não significavam nada pra mim. Hoje, aprendi que são alguns dos ídolos inesquecíveis do futebol candango (para os maiores de 50 anos, é claro).
Descoberta feita graças ao mergulho que fiz no último mês na história do futebol do DF. Produzimos aqui no trabalho uma série de reportagens sobre o problema crônico que aflinge os nossos times e impede que se firmem na elite do futebol nacional. Uma experiência muito bacana e que ocupou grande parte do meu tempo. Com o trabalho diário, plantões, a série e um freela que faço, não sobraram forças para atualizar o blog. Mas estou de volta e em breve vou postar um pouco do que descobri nesse últimos dias. Se tudo corre bem, ainda vou publicar as matérias da série, que vai "ao ar" na semana que vem.
E pra marcar o retorno do blog, apenas uma constatação:
Há 28 dias, Ronney era ídolo incontestável da torcida do Manchester. Mas andou falando em deixar o clube e aí...
Aficionados del United amenazan de muerte a Rooney

*Poucas horas depois dos inflamados protestos, Ronney renovou por 5 anos com o MU...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Charges Esporte Clube
Esporte e charge parecem feitos um para o outro. Pra mim, apreciar uma bela charge chega a ser tão bacana quanto apreciar um belo gol. E nos últimos tempos, tenho me deleitado bastante com a arte de dois jornais espanhois.
O madrileño Marca apresenta semanalmente o já famoso MarcaToons, que chama atenção pela qualidade das animações.
Já na Cataluña, o destaque diário são os Pelotazos do El Mundo Deportivo:
Na grande mídia brasileira temos algumas coisas como o AnimaTunes (fraquinho) e o Charges.com (que já não está mais no auge e trata de esporte apenas esporadicamente).
Em jornais, sites e revistas, o cartum anda restrito basicamente a pautas e momentos específicos, como a Copa do Mundo.

Mas nem sempre foi assim. Em décadas passadas, a sátira cômica era praticamente obrigatória em qualquer caderno de esportes no país. Craques da ilustração como os irmãos Caruso, Henfil e Maurício de Sousa usavam com frequência o esporte como inspiração.
O Jornal dos Sports, principal jornal esportivo do país em grande parte do século XX, chegou a criar em 67 um caderno semanal só de charges, o Cartum JS, idealizado por ninguém mais ninguém menos que Ziraldo.

A Gazeta Esportiva, que fazia frente ao JS em São Paulo, também já fazia sucesso desde as décadas de 30 e 40 com as ilustrações de Messias de Mello.

Infelizmente, depois do surgimento de ferramentas como o Photoshop, a tendencia tem sido de valorização das fotomontagens em detrimento do cartum.

Fica a esperança de que em breve a charge volte a ocupar mais espaço na imprensa esportiva brasileira. Poderiamos começar nos inspirando na arte espanhola, que é muito boa.
O Profeta
Cinco jogos (1 amistoso e 4 oficiais), dois gols de pênalti e três assistências. Foi o que o menino Hernanes precisou para conquistou os fascistas da Lazio e a imprensa italiana.Um craque diferenciado
Nesses tempos em que jogadores de futebol costumam frequentar capas de jornais por envolvimento em crimes, confusões e polêmicas, é sempre bom encontrar histórias como essa:quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Abre o olho, Neymar
É, Neymar... melhor colocar as barbas (que ainda nem tem) de molho.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Democracia do físico
"Esse esporte [futebol americano] é muito democrático. Tanto gordos, magros, altos e baixos, jovens e velhos, podem participar"Talvez... e eu disse, talvez... essas tenham sido as palavras mais sábias proferidas em 46 anos de vida pelo ator, diretor, modelo e apresentador (definição da Wiki), Alexandre Frota, mais novo jogador do Corinthians Steamrollers, time da Liga Brasileira de Futebol Americano.
É uma situação que, pelo menos nos esportes coletivos que conheço, só é possível no futebol americano. A variedade de funções no time permite que praticamente qualquer pessoa disposta a levar uns trancos possa participar em alto nível.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Xeneizes!!!
Mas não se trata de nenhuma guerra (não literalmente). São apenas Xeneizes celebrando a vitória por 3 x 1 do Boca em cima do Colón ontem, a segunda consecutiva da reação do time no Apertura.
"Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe Bocaaaa!!!"

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Porque não torço pro Brasiliense
ninguém. Enquanto esses "visionários" cheios da grana gastam fortunas com projetos pessoais, times de tradição e torcida como o Gama ou o meu Sobradinho vão sucumbindo. quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Neymar, Neymar...
Neymar volta a armar confusão
Concordo que isso não significa muita coisa (a imprensa esportiva portuguesa não está entre as mais influentes do mundo), só que do jeito que as notícias voam pela internet, nesse ritmo, não vai demorar para a fama de encrenqueiro do rapaz se espalhar pelo velho continente.
Abre o olho, Neymar. Se parece não ligar muito para o que estão dizendo de você, pense então nos milhões que pode colocar em risco com essas atitudes. Parafraseando o Mauro Cezar, será que dá pra parar de usar a cabeça apenas para fazer penteados ridículos? Pelo menos dessa vez parece que o mocinho vai levar umas palmadas.
Cai a blindagem e Neymar agora é criticado por seus companheiros
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Vai começar o espetáculo!
Faz pouco mais de 5 anos que me rendi de vez aos encantos da Uefa Champions League.Na segunda metade da década passei a me interessar mais pela UCL depois de ver Grêmio, Cruzeiro, Vasco e Palmeiras perderem para o campeão europeu. Na minha inocência infantil, era dificil entender como aqueles times venciam os poderosos campeões da Libertadores.
Tardes ociosas como aquela de 25 de maio de 2005. Estava com uns amigos matando tempo depois da aula de inglês. O assunto do dia era um só: o jogo de volta entre São Paulo e Palmeiras pelas oitavas da Libertadores.