Jogador do The Strongest leva "entrada violenta" de torcedor boliviano.
(via IGEsportes)
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Suspeito
Pode ser apenas implicância minha, mas, definitivamente, não acredito no caráter de Mano Menezes.Acho até bom técnico, educado, sério, trabalhador, mas tenho a impressão de que é suscetível de acordos inescrupulosos com a máfia do Teixeira (o mesmo vale para o Ney Franco).
Convocações como a de Douglas sempre me deixam encabulado. Concordo que está jogando bem, mas não é "fora de série" e tem 28 anos. O Douglas joga mais que o Alex (Fenerbahçe) ou o Diego (Wolfsburg)?
E esse amor pelo André Santos? Apenas um lateral comum. Por que se esqueceu novamente do Marcelo, que é craque?
Sempre que vejo convocações como a de Douglas ou Jefferson, vou correndo checar o nome do empresário. Se bem que todos são "farinha do mesmo saco" mesmo.
Enfim... Mano pode ser competente, mas não confio.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O futebol faz milagres!
O vídeo abaixo foi feito no jogo Palermo 3 x 1 Milan, em abril desse ano.
Miracolo! Miracolo!... Heuhauhhaeueuah...
Parece meio óbvio que, apesar de cadeirante, o cara consegue se sustentar em pé (nada tão impossível), mas a reação do torcedor é muito engraçada!!!
(via @lbertozzi e Trivela)
Miracolo! Miracolo!... Heuhauhhaeueuah...
Parece meio óbvio que, apesar de cadeirante, o cara consegue se sustentar em pé (nada tão impossível), mas a reação do torcedor é muito engraçada!!!
(via @lbertozzi e Trivela)
Um título de verdade
"...isso, um Mundialito."Bastaram essas três palavras e algumas manchetes "esquentadas" da imprensa esportiva para Roberto Carlos provar toda a fúria da torcida corintiana, que defende com a própria vida o tal título mundial de 2000.
Bom seria se a Fiel se manifestasse com o mesmo orgulho e fervor quando a questão fosse uma outra "conquista" que, para mim, é o principal legado histórico do centenário alvi-negro - a Democracia Corintiana.
Lembrei da Democracia essa manhã quando me deparei com excelente artigo (do ótimo Ezequiel Fernández Moores) na capa do site argentino Chanchallena.
Há muitos anos eu ouvia falar sobre a tal Democracia Corintiana. Um período em que os jogadores votavam para decidir tudo dentro do clube. Mas foi apenas em 2008, quando li o livro "Democracia Corintiana: a utopia em jogo", que pude entender melhor o signficado daquilo.
Mais do que um movimento de jogadores de futebol, a Democracia Corintiana foi uma das trincheira de luta contra a Ditadura Militar no início da década de 80. Guardadas as devidas proporções, algo próximo do que aconteceu com o Barcelona durante o franquismo.
Um grande feito para o Corinthians, que pode não ter a Libertadores, mas conquistou um outro "título" que nenhum time brasileiro tem - o de ser Mais Que Um Clube, pelo menos por alguns meses.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Heroes
Seguindo a linha do cartoon, usada para promover as 32 seleções na Copa do Mundo da África, a ESPN agora foi além.
Em parceria com a Marvel (também da Disney), a empresa lançou essa semana um item que vai ser obrigatório na coleção de qualquer fã de basquete ou de quadrinhos.
Em parceria com a Marvel (também da Disney), a empresa lançou essa semana um item que vai ser obrigatório na coleção de qualquer fã de basquete ou de quadrinhos.Os astros dos 30 times da NBA foram representados como super-heróis na revista com preview da temporada.
Simplesmente, espetacular!
*O melhor de todos é o do Charlotte Bobcats, certo?
**Atualização (25.10 / 19:10) - Procurei feito um louco pelas imagens oficiais no site da ESPN e só encontrei bloqueadas. Mas eis que o produtor da ESPN Brasil Gustavo Hofman postou há pouco o link no twitter. Com direto a download em alta resolução e tudo. Sensacional: ESPN Media Zone.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O apolíneo Pelé
Para evitar a polêmica sobre o dia do aniversário de Pelé (21 ou 23 de outubro), resolvi aproveitar esse dia 22 para entrar em outro assunto: a eterna comparação entre Pelé e Maradona (Hehe...).
Em 2008, me usei a discussão em um trabalho bem simples da faculdade (cheio de conceitos rasos, pra não dizer preguiçosos) para a disciplina Estética da Comunicação. Me lembrei desse texto recentemente por conta da enxurrada de homenagem aos 70 anos do Rei do Futebol. A quem interessar:

Quem quiser negar, que negue, mas as evidências são redundantemente óbvias de que o Esporte é um dos mais importantes fenômenos socioculturais dos dias de hoje, quiçá, da história da humanidade. Desenvolvido como tal desde os tempos helênicos, o Esporte é, entre outras coisas, um campo fértil para o desenvolvimento de conceitos bastante trabalhados pela filosofia, como a emoção, a dor, o duelo, e, porque não, a estética.
No século XX, uma modalidade em especial se destacou por sua capacidade de adaptação à sociedade de massa. Nascido em grupos de jovens universitários da burguesia inglesa na segunda metade do século XIX, o Futebol rapidamente se transformou no esporte mais conhecido, praticado e venerado do mundo. Um processo que envolve incontáveis variáveis que não cabe no momento discutir.
O fato é que o Futebol é um espaço que possibilita uma infinidade de experiências estéticas, assim como a arte, a música ou o teatro – formas mais comumente aceitas como passiveis de experiências nesse campo filosófico da transcendência, do belo, do sublime.
A Dualidade de Nietzsche
Um dos conceitos mais conhecidos e trabalhados por Nietzsche foi a dualidade entre o espírito Apolíneo e o espírito Dionisíaco. Em sua obra “O Nascimento da Tragédia”, publicada em 1872, o filósofo estabeleceu a dualidade entre esses dois princípios.
Baseado na mitologia grega, Nietzsche estabeleceu o espírito apolíneo como representante da ordem, da objetividade. Apolo é o deus da claridade do dia, que revelava-se no Sol. Zeus, seu pai, era o céu, de onde nos vem a luz. Sua mãe, Latona, personificava a noite, de onde nasce a aurora. Apolo, soberano da luz, era o deus cujo raio fazia aparecer e desaparecer as flores, queimava ou aquecia a Terra, era considerado como o pai do entusiasmo, da música e da poesia. A serenidade apolínea é o emblema da perfeição espiritual.
Já o espírito dionisíaco representa o elemento inebriante que proporciona o prazer. Dionísio era o filho de Zeus com Sêmele, personificação da Terra em toda sua magnificência. Dionísio simboliza as forças obscuras que emergem do inconsciente, pois que se trata de uma divindade que preside a liberação provocada pela embriaguez. O espírito dionisíaco retrata as forças de dissolução da personalidade.
Nietzsche estabelece então a união desses dois elementos. Apolo não é o contrário de Dionísio, mas sim uma unidade, onde um é uma parte distinta do outro. Desse modo, o que Nietzsche institui é a formação do apolíneo e do dionisíaco como princípios de natureza estética e inconscientes. A incessante luta entre eles cria sempre coisas novas. E por meio dessas coisas novas, por meio desse dualismo, se torna possível transcender e ultrapassar a realidade cotidiana.
A Dualidade no Futebol
O conceito de dualidade desenvolvido por Nietzsche pode ser aplicado à grande polêmica do futebol: quem foi melhor, Pelé ou Maradona?
É consensual nos quatro cantos da Terra que os dois mais geniais jogadores de futebol que já existiram foram Pelé e Maradona. No entanto, a unanimidade termina quando a questão é decidir qual dos dois foi melhor. Uma discussão alimentada principalmente pelos meios de comunicação – maiores responsáveis pela criação desses dois ícones.
Realmente, Pelé e Maradona foram dois jogadores brilhantes que proporcionaram à humanidade experiências estéticas inesquecíveis. O que dizer do desfile dos dois pelos campos do México nas copas de 1970 e 1986, que emocionam amantes do futebol até os dias de hoje. Imagens belas, históricas, imortais.
Nascido no ano de 1940, na cidade de Três Corações, no interior de Minas Gerais, Edison Arantes do Nascimento, o Pelé, sempre foi um legítimo representante do espírito apolíneo. Endeusado em todo o Planeta desde os 17 anos, quando conquistou sua primeira Copa do Mundo, Pelé é um exemplo de comportamento.
Educado, inteligente, simples. Apesar dos seus deslizes (como, por exemplo, os filhos extraconjugais que teve que reconhecer em cartório), Pelé sempre contou com o apoio dos meios de comunicação para a manutenção da sua imagem positiva. Depois de encerrar a carreira de jogador passou a atuar como um verdadeiro “embaixador” do futebol, recebendo homenagens por todo o mundo. Namorou celebridades, foi ministro de Estado. Passeou por áreas como a música, o cinema, as artes. Foi aclamado como o atleta do século pelo Comitê Olímpico Internacional e o maior jogador de futebol de todos os tempos pela Federação Internacional de Futebol.
Já Maradona, sempre foi um legítimo representante do espírito dionisíaco. Nascido em 1960, no subúrbio de Buenos Aires, Diego Armando Maradona sempre causou polêmica por suas opiniões, seu gênio forte e seu envolvimento em brigas e drogas. Aos 17 anos já era considerado uma grande promessa do futebol, mas conta que sofria perseguição por suas opiniões e acabou cortado da seleção campeã do mundo 1978, na Copa realizada na própria Argentina durante a Ditadura Militar.
Em 2008, me usei a discussão em um trabalho bem simples da faculdade (cheio de conceitos rasos, pra não dizer preguiçosos) para a disciplina Estética da Comunicação. Me lembrei desse texto recentemente por conta da enxurrada de homenagem aos 70 anos do Rei do Futebol. A quem interessar:
Pelé, o apolíneo; Diego, o dionisíaco

Quem quiser negar, que negue, mas as evidências são redundantemente óbvias de que o Esporte é um dos mais importantes fenômenos socioculturais dos dias de hoje, quiçá, da história da humanidade. Desenvolvido como tal desde os tempos helênicos, o Esporte é, entre outras coisas, um campo fértil para o desenvolvimento de conceitos bastante trabalhados pela filosofia, como a emoção, a dor, o duelo, e, porque não, a estética.
No século XX, uma modalidade em especial se destacou por sua capacidade de adaptação à sociedade de massa. Nascido em grupos de jovens universitários da burguesia inglesa na segunda metade do século XIX, o Futebol rapidamente se transformou no esporte mais conhecido, praticado e venerado do mundo. Um processo que envolve incontáveis variáveis que não cabe no momento discutir.O fato é que o Futebol é um espaço que possibilita uma infinidade de experiências estéticas, assim como a arte, a música ou o teatro – formas mais comumente aceitas como passiveis de experiências nesse campo filosófico da transcendência, do belo, do sublime.
A Dualidade de Nietzsche
Um dos conceitos mais conhecidos e trabalhados por Nietzsche foi a dualidade entre o espírito Apolíneo e o espírito Dionisíaco. Em sua obra “O Nascimento da Tragédia”, publicada em 1872, o filósofo estabeleceu a dualidade entre esses dois princípios.
Baseado na mitologia grega, Nietzsche estabeleceu o espírito apolíneo como representante da ordem, da objetividade. Apolo é o deus da claridade do dia, que revelava-se no Sol. Zeus, seu pai, era o céu, de onde nos vem a luz. Sua mãe, Latona, personificava a noite, de onde nasce a aurora. Apolo, soberano da luz, era o deus cujo raio fazia aparecer e desaparecer as flores, queimava ou aquecia a Terra, era considerado como o pai do entusiasmo, da música e da poesia. A serenidade apolínea é o emblema da perfeição espiritual.Já o espírito dionisíaco representa o elemento inebriante que proporciona o prazer. Dionísio era o filho de Zeus com Sêmele, personificação da Terra em toda sua magnificência. Dionísio simboliza as forças obscuras que emergem do inconsciente, pois que se trata de uma divindade que preside a liberação provocada pela embriaguez. O espírito dionisíaco retrata as forças de dissolução da personalidade.
Nietzsche estabelece então a união desses dois elementos. Apolo não é o contrário de Dionísio, mas sim uma unidade, onde um é uma parte distinta do outro. Desse modo, o que Nietzsche institui é a formação do apolíneo e do dionisíaco como princípios de natureza estética e inconscientes. A incessante luta entre eles cria sempre coisas novas. E por meio dessas coisas novas, por meio desse dualismo, se torna possível transcender e ultrapassar a realidade cotidiana.
A Dualidade no Futebol
O conceito de dualidade desenvolvido por Nietzsche pode ser aplicado à grande polêmica do futebol: quem foi melhor, Pelé ou Maradona?
É consensual nos quatro cantos da Terra que os dois mais geniais jogadores de futebol que já existiram foram Pelé e Maradona. No entanto, a unanimidade termina quando a questão é decidir qual dos dois foi melhor. Uma discussão alimentada principalmente pelos meios de comunicação – maiores responsáveis pela criação desses dois ícones.Realmente, Pelé e Maradona foram dois jogadores brilhantes que proporcionaram à humanidade experiências estéticas inesquecíveis. O que dizer do desfile dos dois pelos campos do México nas copas de 1970 e 1986, que emocionam amantes do futebol até os dias de hoje. Imagens belas, históricas, imortais.
Nascido no ano de 1940, na cidade de Três Corações, no interior de Minas Gerais, Edison Arantes do Nascimento, o Pelé, sempre foi um legítimo representante do espírito apolíneo. Endeusado em todo o Planeta desde os 17 anos, quando conquistou sua primeira Copa do Mundo, Pelé é um exemplo de comportamento.Educado, inteligente, simples. Apesar dos seus deslizes (como, por exemplo, os filhos extraconjugais que teve que reconhecer em cartório), Pelé sempre contou com o apoio dos meios de comunicação para a manutenção da sua imagem positiva. Depois de encerrar a carreira de jogador passou a atuar como um verdadeiro “embaixador” do futebol, recebendo homenagens por todo o mundo. Namorou celebridades, foi ministro de Estado. Passeou por áreas como a música, o cinema, as artes. Foi aclamado como o atleta do século pelo Comitê Olímpico Internacional e o maior jogador de futebol de todos os tempos pela Federação Internacional de Futebol.
Já Maradona, sempre foi um legítimo representante do espírito dionisíaco. Nascido em 1960, no subúrbio de Buenos Aires, Diego Armando Maradona sempre causou polêmica por suas opiniões, seu gênio forte e seu envolvimento em brigas e drogas. Aos 17 anos já era considerado uma grande promessa do futebol, mas conta que sofria perseguição por suas opiniões e acabou cortado da seleção campeã do mundo 1978, na Copa realizada na própria Argentina durante a Ditadura Militar. Em 1986, encantou o mundo com suas jogadas geniais e, claro, ficou famoso pelo inesquecível golaço de mão que marcou em cima da Inglaterra na copa daquele ano, que acabou com a Argentina vencendo novamente. Em 1990 foi banido do futebol italiano pelo uso de drogas. Quatro anos mais tarde foi cortado da copa de 1994, também pelo uso de drogas. Depois de abandonar os campos em 1997 continuou sendo notícias por envolvimentos em brigas e pelo vício em cocaína.
Pelé e Maradona. Elementos tão distintos e que ao mesmo tempo se completam. Símbolos claros do eterno conflito criador entre o espírito apolíneo e o espírito dionisíaco de Nietzsche.

28 dias...
Vinte e oito dias. Quatro semanas. Um mês de fevereiro. É bastante tempo, mas que passa como algumas horas.Há 28 dias, Roriz era candidato ao GDF, Dilma era a virtual presidente do país (até que não mudou muito) e os mineiros do Chile sonhavam com o dia em que seriam resgatados.
Há 28 dias, Andrade era apresentado no Brasiliense como salvação, o Corinthians era o virtual campeão brasileiro (hehe...) e o vôlei do Brasil ainda sonhava com o tri-mundial.
Há 28 dias, nomes como Banana, Péricles ou Santinho não significavam nada pra mim. Hoje, aprendi que são alguns dos ídolos inesquecíveis do futebol candango (para os maiores de 50 anos, é claro).
Descoberta feita graças ao mergulho que fiz no último mês na história do futebol do DF. Produzimos aqui no trabalho uma série de reportagens sobre o problema crônico que aflinge os nossos times e impede que se firmem na elite do futebol nacional. Uma experiência muito bacana e que ocupou grande parte do meu tempo. Com o trabalho diário, plantões, a série e um freela que faço, não sobraram forças para atualizar o blog. Mas estou de volta e em breve vou postar um pouco do que descobri nesse últimos dias. Se tudo corre bem, ainda vou publicar as matérias da série, que vai "ao ar" na semana que vem.
E pra marcar o retorno do blog, apenas uma constatação:
Há 28 dias, Ronney era ídolo incontestável da torcida do Manchester. Mas andou falando em deixar o clube e aí...
Aficionados del United amenazan de muerte a Rooney
Torcedor é torcedor em qualquer lugar do mundo.

*Poucas horas depois dos inflamados protestos, Ronney renovou por 5 anos com o MU...
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